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Encerrado para Obras1995
 
Penela - Portugal
"Quesa-me mucho"

A companhia Encerrado para Obras nasceu em Coimbra em 1995 com o objectivo prioritário de criar espectáculos de teatro e música. Em Maio 2007, a companhia mudou-se para a vila de Penela, transferindo a sua sede para este concelho no ano seguinte, com apoio da autarquia local. Desde a sua formação criou um total de 28 produções, 20 das quais destinadas prioritariamente à infância e juventude. Entre as produções criadas pelo grupo destacam-se, pelo sucesso que obtiveram, “Dogclowns ou os Cães Palhaços” (desenvolvido em co-produção com Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003), “A Ilha Verde” e “Histórias do Primeiro Dia”, dois espectáculos antigos (respectivamente de Dezembro 1996 e Novembro 2000) que continuam a ser apresentados de norte a sul do país com excelente adesão por parte de todos os públicos, e mais recentemente “Eureka! Uma Viagem ao Mundo da Física” e "Physicomic - Uma Comédia Física com Física Cómica" (co-produção com o Museu de Física da Universidade de Coimbra), "Clones e Clowns" (co-produção com o Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra" e "Minha Árvore Minha Casa". Um dos principais objectivos da companhia passa pela criação de projectos que estabeleçam uma interligação directa com o meio em que se inserem, assumindo papel relevante a capacidade de intervenção activa do grupo na comunidade. Nesse contexto, ao longo da sua carreira, a companhia tem colaborado com diversas instituições da Região Centro na realização de animações e espectáculos temáticos, que visam interesses e objectivos transversais a toda a sociedade. Destacam-se desta forma as colaborações da companhia com Coimbra Capital Nacional da Cultura e com o Museu Nacional Machado de Castro na realização de acções de sensibilização das camadas mais jovens para a área do Património, ou mais recentemente com o Museu de Física da Universidade de Coimbra, com o desenvolvimento de projectos de divulgação científica. Desde a sua formação, a companhia tem apostado na itinerância como factor essencial da sua actividade. Nesse âmbito, a companhia tem realizado uma média de 80 a 110 apresentações por ano, a maior parte das quais fora da cidade de Coimbra. Ao longo de 11 anos de actividade, a companhia visitou mais de 70 concelhos de norte a sul do país, com alguma passagens pelo Arquipélago dos Açores. Paralelamente à actividade de criação e produção de espectáculos, a companhia desenvolve, desde 2000, actividades diversas na área da formação artística (teatro, malabarismo, música, artes plásticas). O recurso a diversas linguagens artísticas, nomeadamente as linguagens universais, tais como a música, o clown, o malabarismo, a dança, a mímica e a pantomima, a investigação teatral ligada à arte de contar histórias, às formas de espectáculo popular (o teatro de rua, o clown, o vaudeville) em que a interacção com o público, o humor e o improviso são dados incontornáveis, ao aspecto universal da arte enquanto interpretação do mundo, são algumas das referências que melhor caracterizam o trabalho da companhia. Nos últimos anos a companhia tem contado com apoios do Ministério da Cultura/D.G. Artes, bem como de outras entidades oficiais nomeadamente a Direcção Regional da Cultura do Centro, a Fundação Calouste Gulbenkian e a C.M. de Penela.

   
 
 
   
 
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