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:: “A Menina Júlia” de August Strindberg
 
data de estreia .: 12 de Dezembro de 1996
 
     Sinopse

Dei várias explicações para o destino da Menina Júlia: Os profundos instintos de sua mãe; a educação errada que o pai lhe deu; a sua própria natureza e a poderosa sugestão que o noivo exerce sobre um cérebro fraco e degenerado; e depois, mais directamente: a atmosfera de festa na noite de S.João, a ausência do pai, as suas regras menstruais, o seu interesse pelos animais, a influência excitante da dança, a escuridão da noite, a influência erótica das flores, e enfim, o acaso que fecha os dois protagonistas num quarto isolado e a audácia do homem sobreexcitado. Não encarei o assunto apenas segundo as leis da fisiologia ou da psicologia; não acusei apenas a hereditariedade materna, como não me limitei a pregar moral. Satisfaz-me esta multiplicidade de motivos, porque o sinto de acordo com os nossos dias. Não encarei o assunto apenas segundo as leis da fisiologia ou da psicologia; não acusei apenas a hereditariedade materna, nem a menstruação, nem a imoralidade, como não me limitei a pregar moral. in Prefácio de “A Menina Júlia” August Strindberg

 
Ficha Técnica

Encenação: Rui Sena
Cenografia: José Manuel Castanheira
Dramaturgia: Rui Sena e Manuel Mendes
Figurinos: Sónia Benite
Desenho de Luz: Fernando Sena

Operação de luz e som: José Carlos Pontes
Costureira: Maria José Pereira
Fotografia: Susana Paiva
Cartaz: José Manuel Castanheira
Execução de Cenários: Duarte & Gouveia lda.
Produção: Rita Cerdeira

Interpretação: Helena Faria, Miguel Telmo, Fátima Apolinário

31ª produção do Teatro das Beiras estreada no Teatro Cine na Covilhã
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